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Metodologia

A excelência da tecnologia geempiana de formação de professores no sentido de reverter o quadro de fracasso e evasão escolar entre alunos das camadas populares das grandes cidades onde vem atuando, tem por base as seguintes considerações teóricas:

  • a afirmação de Paulo Freire “não há prática sem teoria”, a demonstração de Sara Pain de que uma teoria só tem possibilidade de dar sustentação à prática se ela for consistente;
  • que teoria consistente é aquela em que os conceitos e noções que a constituem são compatíveis entre si, isto é, não se contradizem mutuamente e, por isso, são capazes de, articuladamente, explicarem com adequação um aspecto da realidade;
  • que, em pedagogia, impera uma desastrada mistura de modelos, tratando unir em vão as quatro grandes teorias sobre o aprender, que são o inatismo, o empirismo, o construtivismo e o pós-construtivismo, entre si mutuamente inconciliáveis;
  • a necessidade básica de assegurar aos professores uma fundamentação científica solidamente estruturada que lhes permita captar estes pré-requisitos para que se garanta a efetividade das aprendizagens;
  • que esta generalização tem, hoje, o respaldo das descobertas da ciência que demonstram que todos podem aprender, porque a inteligência não é um dom, e fica-se inteligente aprendendo.

Em termos teórico-conceituais, a proposta geempiana de alfabetização está situada na confluência das obras de Jean Piaget, Henri Wallon, L. S. Vygotski, Sara Pain, Emilia Ferreiro e Paulo Freire, entre outros, lidos a partir da sala de aula, do lugar do professor e de seu compromisso com a efetiva aprendizagem de seus alunos.

Neste sentido, o processo de formação de professores para atuarem em através da tecnologia geempiana da formação de alfabetizadores implica no desafio a romper com velhas fórmulas de ensinar, baseada numa mistura pouco criteriosa de modelos, e onde o tema do preconceito, da discriminação, da exclusão sociais são ignorados como parte da dramática do ato de ensinar, ao mesmo tempo em que os esquemas de pensamento dos alunos são desprezados como eixo central de suas ações de aprendizagem dos saberes letrados.regulares, para introduzir, observar, intervir e avaliar a atuação de professores em torno de um conjunto articulado de idéias e de ações, para ensinar de verdade a ler e a escrever, crianças e adultos.

A tecnologia geempiana de formação dos professores reconhece, portanto, que há um flagrante contraste entre estas descobertas e os baixos índices de aproveitamento no sistema educacional brasileiro, os quais são da ordem de apenas 40% nas séries iniciais, e que, por isso mesmo, deixam como conseqüência o rastro de mais de 14,5 milhões de analfabetos adultos absolutos.

Da mesma forma, tem se propostos a contribuir para o fortalecimento dos resultados de programas de alfabetização, no Brasil podem ser muitíssimo ampliados se houver um respaldo de fundamentação pedagógica, o que vem sendo realizado pelo Geempa em termos da formação continuada de professores, mediante estrutura já validada em tempos e espaços significativamente operacionais na pedagogia que consta das seguintes etapas metodológicas: 1) Jornadas de sensibilização da rede de ensino (20 horas)/ 2) Curso de formação de professores (50 horas)/ 3) assessorias periódicas aos professores em processo de formação ao longo do ano e, finalmente, 4) reuniões semanais de estudo dos professores nas escolas, com a supervisão de técnicos e especialistas do Geempa. Além destas modalidades a formação de formadores na didática geempiana comporta 1) Encontros de Estudos Geempianos, 2) Fórum social pelas Aprendizagens e 3) Reuniões de Estudos no interior dos Núcleos Geempianos (Alfabetização, Matemática e Pós-Alfabetização).

Em especial, nos últimos anos, através de parceria com o MEC/FNDE, o Geempa tem se dedicado à elaboração de uma proposta didática de alfabetização em curto prazo de tempo, tarefa que tem exigido desta instituição uma investigação vertical e horizontalmente ampla e exigente sobre os atos de ensinar e aprender. Ela tem exigido de sua equipe de especialistas, alfabetizadores e de professores a realização de um acompanhamento sistemático e periódico de várias experiências de ensino-aprendizagens nas mais diversas redes públicas de ensino do país, assim como o acompanhamento regular do processo de ensino aprendizagens de seus professores e alunos, que permitiram que a tecnologia de ensino-aprendizagem desenvolvida pelo Geempa venha obtendo a alfabetização de mais de 90% de alunos envolvidos em seus projetos de alfabetização a partir de uma formação continuada de professores, especialistas e instituições de ensino municipais e estaduais nos mais diferentes estados do Brasil.

Nesta perspectiva, a formação continuada de docentes na proposta geempiana realizada nos últimos anos, com financiamento do MEC/FNDE, tem ressaltando a importância que encerra o ato de se formar professor, em especial, para alfabetizar alunos nos anos iniciais do ensino fundamental como parte de um lento processo de construção da condição de cidadania na pessoa de cada alfabetizando. E isto justamente na medida em que permite a reversão do estigma social de insucesso na aprendizagem da leitura e da escrita, fruto da vivência de cada um, adultos e crianças de classes populares em todo o Brasil.

Por outro lado, o Geempa vem atuando na formação de professores das séries iniciais no sentido destes serem capacitados para solucionarem as situações de distorções de crianças que não foram alfabetizadas no tempo devido e que, por razões de adoção de certas redes de ensino aos ciclos, estas crianças encontram-se defasadas do que é esperado delas na seqüência de escolaridade, inclusive no estado de semi-analfabetismo até em 7as ou 8 as séries.

Neste sentido, o processo de formação de professores para atuarem em através da tecnologia geempiana da formação de alfabetizadores implica no desafio a romper com velhas fórmulas de ensinar, baseada numa mistura pouco criteriosa de modelos, e onde o tema do preconceito, da discriminação, da exclusão sociais são ignorados como parte da dramática do ato de ensinar, ao mesmo tempo em que os esquemas de pensamento dos alunos são desprezados como eixo central de suas ações de aprendizagem dos saberes letrados regulares.

Trata-se de uma tecnologia formação cujos aparatos, técnicas e ferramentas subsidiam as praticas cotidianas de ensino dos professores com os aspectos teóricos da proposta, aliando conhecimento científico com as suas experiências cotidianas em sala de aula, bem como contemplam sugestões e construções e produção de professores; vídeos didáticos sobre aula-entrevista, sobre psicogênese, os jogos didáticos, a formação de professores, etc.; livros didáticos sobre os temas das relações entre família e escola, violência e escola, saúde e educação, agressividades, fichas didáticas; jogos de veritek, etc.; atividades culturais, didáticas dos níveis psicogenéticos, etc.) .

A tecnologia de formação continuada de professor tem por finalidade básica de desenvolver condições para reverter a situação de fracasso escolar no sistema público de ensino, oferecendo a este profissional oportunidades para superar as dificuldades de ensino.

Os aparatos, as ferramentas e as técnicas empregadas na tecnologia geempiana de formação de professores alfabetizadores (em suas 4 etapas) os subsidia com aspectos teóricos, aliando conhecimento científico com a prática em sala de aula, bem como com sugestões e construções e produção de atividades práticas que vão ao encontro dos esquemas de pensamento dos alunos para serem utilizados pelos docentes em formação (fichas didáticas, cadernos de atividades, apostilas, etc.)

Os eixos das aprendizagens de todos os professores que tem participado destes cursos tem sido:

Á rea dramática:
- Agressividade, sexualidade e questões de gênero.
- Ética, cidadania e inclusão social
- Antropologia das aprendizagens.
- Aspectos psicanalíticos das aprendizagens
- Agressividade sexualidade e gênero
- Teoria geempiana da sala de aula
- Teoria geempiana da escola

Área lógica:
- Didática da alfabetização e da pós- alfabetização.
- Didática da Matemática.
- Antroposociopicogênese da leitura e da escrita.
- Psicogênese e Processo Cognitivo.
- Teoria dos Campos Conceituais

Os eixos da tecnologia de formação continuada de professores, nos moldes do Geempa, compõe-se de cursos ministrados por especialistas e técnicos, com formação em especialização, mestrado e doutorado nas áreas respectivas de conhecimento que eles abrangem. No curso de formação para professores alfabetizadores, com duração de 5 dias, eles são distribuídos em turmas, de 40 professores cada, envolvendo também momentos coletivos de palestras e conferencias, aprendizagem da aplicação da aula entrevistas (técnica de aula-entrevista utilizada pelo professor para caracterizar os níveis psicogenéticos da escrita do aluno) e da técnica de eleição de grupos áulicos, alem de observação “in locus” da aplicação prática da didática e da pedagogia que esta tecnologia subsidia em uma turma de alfabetização regular. As disciplinas são ministradas por especialistas em cada área, que fazem parte da equipe de pesquisa do Geempa e elas incluem visceralmente o contato concreto com alunos, tanto para a aprendizagem da psicogênese como da didática.

Do ponto de vista da proposta de formação de professores das séries iniciais a psicogênese é a teoria que tem possibilitado a eles dar conta das idéias que os aprendentes se fazem, a respeito do que querem aprender. Idéias que traduzem hipóteses dos alunos e que são oriundas do seu confronto, através da provocação didática dos seus professores, nas salas de aula, com as situações, procedimentos e representações simbólicas em que estão envolvidos os conceitos que devem aprender. Em especial, para o caso do processo de alfabetização, a psicogênese da leitura e da escrita é apreendida pelo professor através de um preciso instrumento de trabalho que é a aula-entrevista, cuja apostila todo o professor-alfabetizador em formação na tecnologia geempiana recebe para trabalhar com seus alunos.

Complementar as aprendizagens da psicogênese, por parte dos professores, tem-se as aprendizagens da didática, que é a teoria que se ocupa da organização de espaços de problemas, segundo o campo conceitual dos conhecimentos a serem aprendidos pelos alunos, e que são a matriz de suas aprendizagens, desde que eles considerem o processo detectado pela psicogênese. No caso dos professores de 1as séries, esta aprendizagem do campo da didática demanda que ele aprenda a construir provocações para seus alunos, e que englobam letras, palavras e textos, em se tratando de seu processo de aquisição da leitura e da escrita.

Finalmente, a proposta geempiana de formação de professores aponta a importância do professor alfabetizador esta qualificado para o domínio dos conhecimentos relacionados a teoria do processo cognitivo, um importante suporte para aplicação da psicogênese e a didática em sua sala de aula, uma vez que tal teoria elucida como é o sujeito daquele que aprende e quais as circunstâncias do seu aprender. Em termos das aprendizagens dos professores a respeito da teoria do processo cognitivo, são abordadas as instâncias da aprendizagem do ponto de vista do pós-construtivismo, adotado e difundido pelo Geempa, a saber, organismo, corpo, inteligência e desejo; os outros, a cultura, a ciência e a realidade; o papel da ação e da linguagem.

A formação geempiana de professores abarca o domínio da teoria da sala de aula onde o professor focaliza suas aprendizagens a respeito de uma nova estética que deve revestir o contexto ensinante, com uma centralidade na dinâmica das interações sociais entre os alunos e destes com o professor, através da constituição das suas salas de aula na modalidade de grupos áulicos (grupo cuja formação se dirige especificamente às aprendizagens escolares). Para esta constituição, o Geempa dispõe de uma estratégia com longa história de experimentação e definição de princípios.

No que tange à metodologia de formação dos professores, o Geempa utiliza-se de uma produção de livros, revistas, folders, vídeos, apostilas, cadernos didáticos dirigidos a professores usados como instrumentos de sua capacitação para o trabalho de alfabetização, além de uma produção de cadernos didáticos especialmente dirigidos para as aprendizagens dos alunos; ambas as bibliografias coerentes com o campo das contribuições da psicologia, da psicanálise, da antropologia, da sociologia, da filosofia, etc.para os procedimentos de ensino aprendizagens em sala de aula no interior do referido paradigma. A previsão é a utilização de materiais didáticos específicos para cada uma das etapas e dos momentos previsto de formação.

A tecnologia geempiana de formação de professores parte das práticas de ensino cotidianas de alfabetizadores em sala de aula e de situações escolares regulares vividas por eles e por suas turmas de alunos, para introduzir, observar, intervir e avaliar a atuação de professores em processo de formação em torno de um conjunto articulado de idéias e de ações, para ensinar de verdade a ler e a escrever, alunos das séries iniciais do ensino fundamental e, neste sentido, contribui para a elevação da qualidade de ensino da educação básica no Brasil.

A dinâmica do funcionamento da formação geempiana aos professores alfabetizadores ocorrem a partir da organização das trocas cognitivas oportunizadas nas jornadas de sensibilização, cursos, assessorias e reuniões semanais de estudos. Por outro lado, a seqüência didática dos cursos em formação acontece permeada por duas avaliações, a primeira no início e a segunda no final do penúltimo dia, com socialização de ambos os desempenhos, em cada uma de suas turmas, em gráficos de escada. Estas avaliações dos professores em formação envolvem o uso de ferramentas e técnicas específicas como a aplicação de dois testes (psicogênese e fundamentos teóricos da didática e da pedagogia geempiana), realizados na entrada e na saída do curso e a escrita da lição. Do inicio ao final da formação dos professores, a fala e a escuta dos mesmos se alternam bem como a leitura e a escrita de textos, envolvendo os mesmos o uso de certos aparatos de registro de dados do desempenho do professor. Em particular, nas assessorias, a técnica da escrita do Melhor dia de Aula e do Perfil do Aluno que não aprendem, além da analise do caderno de freqüência, do mapa dos grupos áulicos, da merenda pedagógica e o gráfico das escadas dos níveis psicogenéticos da turma permitem aos especialistas e técnicos do Geempa acionar dispositivos de formação dos pressupostos teóricos e práticos da didática e da pedagógica geempiana usados pelos alfabetizadores diretamente associado a sua pratica de sala de aula.

Uma vez que o centro de uma elevação da qualidade da educação básica se pauta na qualificação da organização do trabalho do professor na sua sala de aula a partir do uso de boas e adequadas provocações didáticas para os alunos em função dos níveis psicogenéticos em que eles se encontram na leitura e na escrita, e no interior de um espaço de problemas, a tecnologia de geempiana de formação continuada de professores alfabetizadores insiste enfaticamente na aprendizagem dos professores do campo conceitual da leitura e da escrita tanto quanto da matemática tanto quanto do uso e da interpretação da aula-entrevista, instrumento validado de caracterização dos níveis psicogenéticos da trajetória dos alunos rumo à leitura e à escrita. Para tal, realiza em diferentes circunstâncias, ao longo de um ano de formação, dividido entre jornada de sensibilização, curso, assessorias e reuniões de grupos de estudos, quatro vezes a aplicação da técnica da aula-entrevista e da técnica da formação de grupos áulicos, no interior das quais transcorre a avaliação dos desempenhos dos professores em função do desempenho dos seus alunos, durante seu processo de formação.

Ao longo do curso, das assessorias e das reuniões semanais de estudos, pelas mesmas razões didático-pedagógicas, e tendo como central a interação social para que aconteçam as aprendizagens dos professores, a tecnologia de formação de alfabetizadores tem por base a organização das trocas sociais entre os professores em formação através da sua constituição em turmas, no caso do curso e assessorias e em grupos de estudos, e no interior a sua configuração em pequenos grupos de 4 elementos, a partir de uma votação de cada participante em três nomes de colegas, para definir líderes para cada pequeno grupo áulico.

Durante o processo de formação provocações didáticas são estrategicamente colocadas aos professores na forma de jogo, que induzam a leituras de textos sobre os conhecimentos que estão sendo objetivo desta formação, textos estes postos à disposição dos participantes, na forma de livros, apostilas, cadernos didáticos, fichas didáticas, etc.
Da mesma forma, nos cursos e assessorias se faz o uso das ferramentas contidas nos cadernos didáticos para que os professores em formação possam aprender a elaboração de um planejamento didático nos moldes advogados pela didática e a pedagogia geempiana, isto é, seguindo a Teoria dos Campos conceituais desenvolvida por G. Vergnaud, sempre tendo por base os protocolos de desempenho dos alunos diagnosticados, durante os cursos e as assessorias, através do uso da técnica da aula-entrevista, e com auxílio das Didáticas da Alfabetização e das leituras de revistas e apostilas.

Pode-se ver que a tecnologia de formação de alfabetizadores desenvolvida pelo Geempa visa ser uma concretização muito fiel dos princípios teóricos que embasam a metodologia de ensino-aprendizagem do Geempa para alunos nas séries iniciais do ensino fundamental e por isso tem evidenciado eficácia na capacitação de alfabetizadores, que logo após o término do mesmo, já se sentem aptos a começar a aplicar a proposta em aula. E, em elevado percentual, se acompanhados nos grupos de estudo semanais e em assessorias regulares por pessoal cientificamente competente consegue resultados muito satisfatórios, isto é, evasão próxima de zero e aprendizagem próxima dos 100%. Vejam-se numerosas publicações que documentam e comprovam esta afirmação

Dentro desta fidelidade às essencialidades da proposta se inclui o cuidado durante o processo de formação de alfabetizadores desenvolvidos pelo Geempa para que, ao lado da dimensão lógica, esteja contemplada a dimensão dramática, ou dita em outros termos, a dimensão cultural das aprendizagens dos professores de novas tecnologias de ensino-aprendizagem para o ensino básico. Esta dimensão cultural é levada em conta até mesmo na qualidade do desempenho da técnica da merenda pedagógica apreendida pelos professores ao longo de sua formação em cursos e assessorias. Também é prevista no aparato que subsidia a atividade cultural, propriamente dita, durante cursos e assessorias, tal como uma peça de teatro, um espetáculo de música ou dança, cujo tema tenha a ver com o que está acontecendo com professores que estão passando por uma forte experiência de reformulação profissional.

Dentro dos objetivos da formação continuada de professores desenvolvida pelo Geempa ao longo de seus 36 anos de pesquisas e estudos está, portanto, a formação de competência na área das aprendizagens escolares, especialmente, para o desafio possível e necessário de alfabetizar alunos dos anos iniciais do ensino fundamental. Trata-se de uma tarefa exigente, pois representa para os profissionais da educação o rompimento com estereótipos e pré-conceitos sociais e culturais sobre as aprendizagens de crianças de camadas populares tanto no âmbito da família quanto no da escola publica, os quais tem impedido ensinar a ler e a escrever a uma grande parcela das crianças brasileiras, particularmente crianças de famílias dos segmentos populares das áreas rurais e urbanas do país. No bojo destas questões está a interrogação sobre as profundas razões didáticas, pedagógicas e ideológicas que estão por detrás destes empecilhos que levam professores das redes públicas de ensino a não democratizarem o corpo da letra no interior destas camadas sociais.

 
Biblioteca

O GEEMPA possui uma moderna e atualizada biblioteca, estando nela catalogados mais de 5.000 volumes particularmente especializados nas ciências do aprender à luz dos construtivistas Jean Piaget, Lev Simenovitch Vygotski, Henri Wallon, Paulo Freire e Emilia Ferreira e dos pós-construtivistas Gérard Vergnaud e Sara Pain. Desses autores, a biblioteca do GEEMPA conta, em caráter inédito no Brasil, com a totalidade de suas obras, incluindo artigos publicados em periódicos. Além deles, um conjunto significativo de obras nas áreas de didática, pedagogia, psicanálise, antropologia, história, sociologia, matemática, arte e literatura.


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